CHUPANDO ROLA NA ESCADA DO PREDIO
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Sou Raquel, 42 aninhos, moreninha safada dos seios grandes, bunda gulosa, casada mas liberada pelo marido.
Ontem, quarta-feira, saí com algumas amigas para tomar um shop, até pensando em rolar algo, sei lá um garçom, um segurança, mas no final não rolou nada. voltei para casa por volta da meia noite.
Cheguei em casa, estacionei na garagem e peguei o elevador. O elevador pára no térreo e entra um garoto com roupa de futebol, camisa e calção, tênis de futebol, cheirando a suor. Olho para ele e o identifico. Era um dos garotos que estava na piscina muitos meses atras quando mostrei minha xaninha.
Com certeza ele me reconheceu, notei no calção um certo volume, rapidamente perguntei: - Nossa, já lembrou da minha bucetinha?
Ele: - Nunca esqueci.
Eu: - Já bateu uma punhetinha por ela?
Ele: - Claro. muitas.
Eu: - Então merece um boquete. - Ele se assustou um pouco.
Nesta hora parei o elevador. Estavamos no sexto andar. Falei: - Vem cá. - Puxando ele pelo braço o levei até o corredor, as luzes automáticas se acenderam. fechei a porta e joguei ele na parede. Me agachei em frente no seu calção e fiz o sinal com o dedo sobre a boca de silêncio. Ele só rio.
Abaixei o calção e aquela rola dura já saltou na minha cara. Abocanhei na hora, fazendo o seu merecido boquete. Enquanto ele segurava minha cabeça eu ia e vinham com a rola na minha boca, hora tirava para fora e chupava seu saco. De baixo conseguia ver a cara de felicidade do garoto.
A rola, apesar do suor, estava muito cheirosa. Poucos pelos e bem macios. Fiquei alisando as bolas e chupando a pica por uns minutinhos. perguntei:
Eu: - Quer comer a putinha casada? (susurrando)
Ele:- Claro. (susurrando)
Peguei minha bola e tirei a camisinha, ensaquei o peru e me coloquei na parede, Abaixei a calça e a calcinha, e pedi: - Vem, me come.
Ele começou a socar, mas começou a fazer muito barulho, achei um pouco perigoso. Me virei sussurrando: - Não vai dar não, alguém vai ouvir. Me agachei e voltei ao boquete e pedi: - Goza, goza logo na cara da sua putinha. Goza como vc faz no banheiro, me dá sua porra.
Ele não resistiu e gozou na minha cara, a porra foi direto para minha boca, e para meu pescoço. porra quentinha, Hummm. Com a boca cheinha de porra ainda disse: - Vamos.
Nos vestimos e voltamos para o elevador. Ele abrir e um senhor estava nele. Entramos e subimos, não sei se o senhor chegou a reparar em algo, mas o garoto estava com o sorriso de um lado ao outro da boca. Meu pescoço ainda tinha porra, mas preferi não limpar para não dar na cara, mas também queria que ele visse. Isse me dá um tesão.
Em silêncio cheguei em casa, abri a porta e o Mor veio me receber. Vendo meu pescoço com muita porra e minha boca fechada me deu um beijão. Nos beijamos recheada a porra do garoto. A porra ia da minha boca para a ele e da dela para a minha. Depois olhei no espelho e realmente tinha muito esperma no meu pescoço, não tinha com o senhor não reparar.
O Mor me comeu ali na sala mesmo enquanto narrava o acontecido, quando disse do senhor no elevador ele foi a loucura e gozou fartamente na minha xota, imaginando o que o senhor teria visto. Uma putinha casada entrando no elevador comum garotão banhada a porra.
No final da trepada falei para o mor: - Mor, você precisa experimentar um pinto na sua boca. Como vc gosta de rola acho que vai gosta de pinto.
Mor, sorrindo: - Sei lá. tenho medo de gostar.
Eu: - Mas é para gostar, imagina nós dois chupando uma rola junto. Fico até molhadinha só de pensar.
Mor: - Sei, você fica molhadinha por tudo.
Eu: - Fala a verdade, gostou né? Vou arranjar um travesti para gente começar, tá?
Ele não respondeu nada, mas acho que ficou tentando.
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