Sou casado com Susana, uma morena, 28 anos, baixinha, cabelos loiros e longos, seios pequenos e bundão bem definido (mulherão). Em nossas férias de fevereiro, resolvemos viajar e levei dois amigos do clube que frequentamos, porém suas namoradas só iriam no dia seguinte…
Fomos no meu carro e meu fetiche, sempre foi Susana mamar minha piroca nas viagens e nessa estava sentindo a maior vontade. Comecei a falar sacanagem com ela e os dois no banco de trás não entendendo nada, mas ela me olhava com carinha de puta, já entendendo tudo….
Meu pau estava duro só de pensar ela chupando, coloquei o membro para fora, a cabeça já estava escorrendo aquela água e falei: Su, estou doidão por um boquete…
Ela olhou para os rapazes e disse meia engasgada, mas aqui?
Meus amigos em tom de humor, disseram não se incomode conosco, fiquem a vontade…
Falei de novo: Vem safadinha mamar, sei que não resiste a uma pica dura e você sabe usar a língua igual uma putinha. Acho que estava fora de mim de tanto tesão, isso desencadeou um clímax.
Pelo retrovisor os dois no banco de trás, olhavam minha esposa com carinha de puta, toda derretida. Não sabia o que ia dar aquela aventura, mas continuei o fetiche.
Peguei-a pelos cabelos e aproximei seu rosto do meu pau, sem titubear deu uma linguada no membro, puxando um filete de gozo. Ela endireitou-se de joelhos no banco e botou seu monumental bundão para cima, visão magnífica.
Iniciou seu boquete com deliciosas linguadas e mamadas alucinantes.
Ela usava um biquíni bem pequeno, como era de costume e uma saída de praia. Com uma das mãos fui tirando sua roupa e ela não recusou.
Realmente meu fetiche ia gerar um outro que até então não tínhamos experimentando.
Realmente meu fetiche ia gerar um outro que até então não tínhamos experimentando.
Quando novamente olhei o retrovisor, o pessoal no banco de trás estavam se masturbando e cheios de tesão vendo minha esposinha semi nua, mamando.
Então perguntei para Su: Quer ser putinha por um dia? Ela me olhou e não disse nada, porém estava soltinha e queria viver aquela aventura. Falei com o pessoal: Vão ficar só na punheta ou querem participar?
Então um dos convidados, o que tinha um membro descomunal, enfiou a mão por trás da esposa safada, retirando seu mini biquíni e começou a masturbá-la, sem dó…
O outro amigo, enfiou a mão no peitinho e ela querendo facilitar ajeitou-se no banco e começou a gemer…
Nunca imaginei que seria capaz de dividir minha esposa com amigos, nessa altura não sabia se dirigia ou olhava eles bolinando minha doçura…
Estava sendo corno e o pior, gostando.
Então disse para Su: Quer brincar com eles lá atrás?
Então disse para Su: Quer brincar com eles lá atrás?
Novamente olhando para mim, agora não mais com carinha de puta, mas uma verdadeira ordinária, levantou-se, me acariciou o rosto, me deu um selinho e com a ajuda dos rapazes foi para o banco de trás.
Entrei num caminho junto da estrada e parei o carro, para poder ver tudo o que ia rolar.
Ela delirou com o pau do Marcão, começou a masturbar os dois e ambos acariciando-a todinha.
Não aguentava de tanto tesão, o mesmo aconteceu com todos, daí ela beijou um, que nem mais lembrava, que antes, chupou me pau. Depois foi a vez do outro amigo…e ela me disse: Que bocas gostasas, ….olha que ela não tinha nem bebido.
Ela pegou no pau de um machoie posicionou o corpo para ser penetrada, enquanto se preparava para mamar o outro…
Nunca imaginei que minha esposinha doce, fosse capaz de trepar tão bem com dois machos.
O cheiro de pirú estava fortíssimo e ela sentava com violência no pirocão de um e saboreava como se chupasse um sorvete de chocolate o outro.
As vezes sentia uma sensação de tristeza misturada com prazer, vendo aquela cena, principalmente quando a orgia parecia sair de controle e começavam a chamá-la de vadia, rapariga, safada e davam tapas com vontade em seu rosto e bunda, porém ela pedia para bater mais. Olha que eu nunca bati nela.
Era tanto tesão que nem lembrei da camisinha. Na hora do gozo, ela pediu para o caea gozar dentro de sua bucetinha e outro encher sua boquinha e foi desse jeito…
O suor dos três escorria pelo banco, ela limpou o pau dos dois com a boca e engoliu tudinho, fiquei admirado, pois não conhecia esse lado dela. Mas eu fui o grande culpado, pois iniciei a brincadeira, que passou a coisa séria…
Depois de toda a trepada, minha esposa queria continuar no banco de trás com eles e voltamos para a estrada. Su estava soltinha e parecia querer foder mais, alisava a xoxota e acariciava os dois….
Meu pau não amolecia, parecia que tinha envernizado, quando olhei pelo retrovisor, lá estava o outro novamente dando beijo de língua, na minha gata enquanto seu am igo mordia as costas dela e chupava sua nuca, com as mesmas palavras: Sua Vadia, rapariga, Safada…
A brincadeira durou a viagem toda, só parou na hora do desembarque e arrumar as coisas dentro de casa, porém durante a noite e madrugada ninguém dormiu e a orgia não teve fim.
Não consigo mais segurar Susana, descobri que ela trepa no serviço com o patrão e um amigo chegado.
Já estamos programando uma viagem com eles, sem suas esposas é claro.
