Estava com meus 25 anos quando meu pai me arrumou um emprego de motorista de um grande empresário; proprietário da maior firma da nossa pequena cidade. Dr. Acácio já passava dos 50 anos, mas era um coroa bonitão e bem conservado. Sabia que muitos tinham inveja de mim por dois motivos: Eu me casei com uma das meninas mais bonitas da cidade e tinha um relacionamento muito íntimo com o Dr. Acácio que fazia questão de que eu não o chamasse de Dr. Minha esposa Michele estava com 23 pra 24 anos: morena, inteligente, magra de bundinha arrebitada e seios médios. De tanto estarmos juntos, Dr. Acácio foi adquirindo uma confiança tão grande em mim que passou a me contar coisas sobre sua vida particular. Eu sabia que ele andava com o casamento estremecido; sua esposa Marta já praticamente não mais ligava pra sexo e vivia só fazendo viagens pra outros países sem nenhum motivo aparente… Apenas viajava por viajar sempre levando a tiracolo uma de suas irmãs… As duas filhas do Dr. Acácio já estavam casadas com homens bem sucedidos na vida e moravam em outros estados. Dr. Acácio não gostava muito de bajulação e apesar de ter uma casa que parecia mais uma mansão mantinha uma vida bem simples. Ele passou a convidar eu e Michele pra irmos na sua casa e usufruirmos de sua companhia e da excelente piscina que ele tinha no seu enorme quintal. Na época eu era muito ciumento, mas com o Dr. Acácio eu até que não ficava encucado mesmo vendo ele todo meloso (a esposa viajando) com Michele e ela também toda sorriso com ele… O estranho era que eu sentia prazer de ver minha linda esposa trajando aqueles minúsculos biquínis (fio dental) e notoriamente sendo admirada pelo meu amigo patrão. Diariamente quando eu ia buscá-lo em sua casa pra levá-lo pra firma, e quando sua esposa não estava ele me chamava pra ficar no seu quarto enquanto terminava de se arrumar. Passei a vê-lo constantemente pelado saindo do banho e a admirar seu corpo másculo; principalmente seu pênis que parecia ser um pouco grosso além do normal, mesmo mole. Lá pela décima vez que o vi pelado, estranhei vê-lo saindo do banheiro com seu pau duro… Foi quando ele bem próximo de mim (eu sentado na sua cama), reclamou:
– Caralho Gilmar; estou quase subindo pelas paredes por falta de sexo… Olha só meu estado.Considerando-me seu amigo, falei sobre um site (o endereço era uma cidade vizinha) onde se podia contratar o serviço de belas mulheres (acompanhantes); era só escolher pelas fotos do site. Dr. Acácio chegando ainda mais perto a ponto de colocar uma das suas mãos no meu ombro.
– Você sabe que eu sou muito reservado Gilmar… Não gosto de me envolver com pessoas estranhas.
– Eu sei Acácio; só queria te ajudar.
Ele só faltava esfregar seu pinto no meu braço e passando a fazer carinho nos meus cabelos (pela primeira vez).
– Quer me ajudar mesmo?
– Ué! Você sabe que pode contar comigo sempre.
– E se eu pedir pra você me masturbar?
Senti um calafrio percorrer meu corpo, e olhando pro seu pau e depois pro seu rosto.
– Mas Acácio, isso vai pegar mal pra mim.
– Não vai não Gilmar… Você sabe que isso ficaria só entre nós dois.
Levei uns 3 minutos pra acabar aceitando segurar aquele pau grosso e ficar movimentando minha mão numa punheta bem ritmada.
– Oooooh Gilmar… Isso é bom demais!
Após alguns minutos, Acácio segurando a toalha próxima ao seu pau.
– Mais rápido Gilmar… Vai! Vai!… Não pára! Não pára!…
Vi Acácio gozando uma quantidade enorme sobre a toalha… Depois, Acácio voltando a acariciar meus cabelos.
– Obrigado Gilmar… Você nunca vai se arrepender de ser esse amigo tão fiel.
Mas a merda toda foi que gostei de fazer aquele carinho no meu patrão, e, ainda senti minha boca encher de água enquanto o punhetava. Três dias depois, novamente eu estava no quarto esperando que ele terminasse seu banho e ansioso pra que ele me pedisse novamente pra lhe masturbar. Fiquei feliz ao vê-lo vindo de pau duro e pra não dar muito na pinta esperei ele pedir.
– Você faria aquilo de novo Gilmar?
Segurei procurando não demonstrar minha felicidade e comecei a movimentar. Mas minha vontade foi tão forte que não consegui me conter… Aproximei minha boca e primeiro dei uma passada de língua na ponta olhando pra cima pra ver qual ia ser a reação do Acácio.
– Meu Deus; isso foi muito bom Gilmar… Quer fazer mais?
Dei mais umas três ou quatro passadas de língua antes de abrir minha boca e colocar um bom pedaço daquela pica… Ele passando a segurar meu rosto com suas mãos.
– Puta que pariu Gilmar! Vai! Vai! Chupa! Oooooh!..
Eu fiquei parado e ele mexendo com a cintura passou a movimentar seu pau dentro da minha boca até explodir num gozo violento… Eu não esperava, e como ele ainda segurava firme meu rosto tive que engolir até a última gota. Na semana seguinte tive que levar meu patrão até Belo Horizonte onde ficaríamos por três dias. Fomos pro hotel, e diferente das outras vezes Acácio pediu apenas um quarto com duas camas. Meu maior problema foi ter que ficar pelado na frente dele quando fui tomar banho e ele me pediu pra não trancar a porta… Nunca tinha ficado pelado na frente de outro homem. Não demorou pra ele entrar; também pelado, e dizer que ia tomar banho junto comigo… Acácio entrando no box me olhando de cima em baixo e depois me segurando pela cintura forçando lhe mostrar minha bunda.
– Nossa Gilmar; você tem um belo traseiro hein?
Realmente eu devia ter mesmo… Sempre fui de ter poucos pêlos no corpo e principalmente minhas nádegas eram bem lisas. De repente, comecei a ficar com receio de que Acácio podia querer muito mais do que eu tocar uma punheta nele ou apenas chupar seu pau… Dito e feito, ele passando a mão na minha bunda.
– Você teria coragem de deixar Gilmar?
– Pô Acácio; eu dar pra você?
Ele já passando o dedo sobre meu ânus e eu permitindo.
– Você é o único em quem eu confio Gilmar… Nunca faria isso com outro homem.
Meu medo era de acabar gostando de dar pra outro homem. Casado com uma mulher como Michele eu nunca poderia chegar em casa e negar fogo… Eu gostava de transar com ela.
– Mas Acácio; isso não está certo!
Ele me virando e segurando-me pelos braços.
– Eu preciso de alguém Gilmar… E não tenho mais ninguém a não ser você.
– Tá… Tá… Tá bom Acácio; vou tentar.
Ele me abraçando de frente e me fazendo segurar seu pau.
– É só você relaxar e pensar como se fosse uma mulher…
Só que eu jamais poderia imaginar que ele ia me beijar na boca enquanto passava a mão na minha bunda me abraçando… Tentei me desvencilhar, mas acabei entregando os pontos e deixando aquele homem me beijar por uns 2 minutos sem parar. Nem terminamos nosso banho direito, enxugamo-nos e deixei que ele me levasse pra uma das camas e me ajeitasse de quatro. Acácio primeiro colocou sua boca sobre meu ânus e ficou soltando bastante saliva. Depois de molhar também seu pinto, Acácio veio segurando meu traseiro e empurrando seu pau. Tive que ser muito macho pra deixar que ele enfiasse tudo no meu rabo e ainda ficasse socando. Bastou sentir fazendo bem levemente aquele vai-e-vem pra dor ir sumindo e ficar só o prazer… Nunca podia imaginar que dar o cú fosse tão gostoso. Em poucos minutos em já estava me entregando.
– Vai Acácio… Pode meter com mais força… Aaaah! Aaaaah!
Ele percebendo.
– Está gostando?
– Muito! Mete mais Acácio… Mais!!!!
Tive que puxar a toalha pra baixo do meu cacete começando a gozar enquanto que ao mesmo tempo eu ia sentindo Acácio despejar todo seu gozo dentro do meu rabo.
Nos três dias, ele me enrabou pelo menos umas quatro vezes além de eu mesmo pedir pra chupar seu cacete. Quando retornei pra casa encontrei Michele doida pra fazer sexo… Meu receio se desfez quando percebi que apesar de ter gostado de dar a bunda consegui dar uma das melhores trepadas na minha esposa boazuda.
Em casa continuei sendo o macho da minha esposa, e com meu padrão passei a ser seu viadinho. Estava tendo dupla personalidade e gostando dos dois lados: principalmente quando Acácio beijava muito minha boca e depois atolava sua piroca no meu cuzinho. Acácio ficaria cinco dias na Argentina e fez o convite pra que eu e Michele fossemos com ele. Fiquei com a pulga atrás da orelha, mas era uma oportunidade de fazer um belo passeio com minha esposa e tinha certeza de que Acácio não ia dar nenhuma bandeira a ponto de revelar nosso relacionamento. Ficamos num belo hotel onde Acácio reservou dois quartos (um do lado do outro). No dia seguinte, já nos preparávamos pra descer pro café quando Acácio bateu no nosso quarto pra fazer um pedido muito estranho. Os dois americanos que ele tinha vindo encontrar na argentina, estavam no mesmo hotel com suas respectivas esposas e ele sugeriu se Michele podia passar o dia como se ela fosse sua esposa. Fiquei com um pé atrás, mas Michele logo ficou toda assanhada achando que não tinha nada demais já que era só pra fingir. Tive que esperar os dois descerem juntos pro café pra ir junto. Michele e Acácio foram diretos pra mesa onde estavam dois casais e de longe vi que eles se apresentavam. No início senti um pouco de raiva e até um pouco de ciúmes (só não sei se do Acácio ou se da Michele) vendo que Acácio abraçava Michele e acariciava sua mão sobre a mesa… Até beijo no rosto vi Acácio dando na Michele. Terminei meu café e voltei pro quarto… Acácio e Michele entraram sorridentes no quarto e Michele me dando um beijo:
– Os americanos vão ficar um pouco na piscina e chamou pra ficarmos com eles.
Fiquei travado, mas, acabei tendo que aceitar a situação. Acácio não demorou 10 minutos pra ir se aprontar no seu quarto e voltar pra buscar Michele que ainda estava no banheiro. Michele saiu vestindo um dos biquínis mais minúsculos que podia existir que mal tapava sua xoxota e os bicos dos seus seios. Ao invés de perguntar pra mim, ela pro Acácio virando até a bunda onde o biquíni entrava todo pra dentro do seu rego.
– Tá muito indecente Acácio?
– De jeito nenhum Michele… Você está maravilhosa!
Tentando não demonstrar que estava chateado e procurando até sorrir, disse que preferia ficar no quarto assistindo um pouco de TV (canal do Brasil é claro). Não demorou vinte minutos pra minha curiosidade me fazer colocar uma bermuda e descer até a piscina. Acácio e Michele estavam tão distraídos que nem perceberam que eu sentei numa mesa logo atrás deles… Os dois realmente pareciam um casal que até beijo na boca vi Acácio dando na minha esposa e passando descaradamente a mão nas suas coxas enquanto conversava com os americanos. O pior foi que mesmo quando Michele me viu continuou com seu teatrinho de fazer carinhos em Acácio e procurar sua boca pra beijar. Mais de uma hora depois, quando percebi que os americanos estavam catando suas coisas dei um jeito de subir rapidamente pro quarto pra aguardar minha esposa e meu patrão filho-da-puta. Ansioso, fiquei olhando o corredor pelo olho mágico até ver que vinha um casal abraçadinhos…. Só quando eles pararam na porta do quarto do Acácio é que fui ter certeza que eram os dois. Ia parar de olhar pra deitar na cama e despistar quando vi que eles se beijavam com certa volúpia enquanto Acácio abria a porta do seu quarto… Os dois entraram e eu fiquei ali imaginando mil coisas. Os minutos foram passando, e eu que tinha meus nervos a flor da pele fui relaxando e descobrindo que estava ficando excitado imaginando Acácio fodendo minha esposa no seu quarto. Somente quinze minutos depois é que Michele entrou e toda sorridente veio me dar um beijo.
– Nossa meu amor… Que dia maravilhoso que estou passando.
– Eu vi lá na piscina como você está gostando… Até beijo na boca; não é?
Ela sempre sorrindo e me dando vários beijos na boca:
– Era pra dar mais realidade meu amor… Não precisa ficar com ciúmes.
– E ele passando a mão nas suas coxas; também vi!