EMPRESTEI MINHA ESPOSA PRA O MEU AMIGO



Só que já viu a esposa, fodendo com um amigo, é que consegue entender o tesão envolvido...

Paulo, um amigo dos tempo de adolescente, estava morando em outra cidade. Há tempos não via ele, Quando jovens, aprontamos várias juntas, comendo garotas na minha casa ou na dele, quando nossos pais não estavam. Um dia, ele me ligou, dizendo que tinha uns assuntos para resolver, na cidade que morávamos, e perguntou, um pouco sem jeito, se poderia dormir na minha noite, e que seria apenas por um dia. De imediato, eu disse que ele poderia vir, e que seria muito legal, ter ele na nossa casa.

Comentei com Camila, que lembrava dele, vagamente e ela não se importou.

Minha esposa, é morena clara, tem uma bunda grande, redonda, linda. Os seios pequenos, firmes e pontudos, com deliciosos bicos rosados, são uma tentação. Somos swingers, há alguns anos, e já tivemos diversas aventuras, com homens e casais.

Meu amigo, chegou na sexta, no início da noite, o que era ótimo, pois poderiamos ficar até mais tarde, conversando e bebendo, relembrando nossos tempos de juventude.
Camila preparou uns petiscos, que ficamos degustando, juntamente com cerveja, bem gelada, pois era verão, e estava bem quente.

Camila, de shorts curto, deixando as coxas grossas e torneadas ao alcance do olhar de Paulo. A blusinha fina, não escondia o contorno dos bicos dos seios. Era tesudo ver o olhar dele, para minha esposa. Como eu o conhecia bem, sabia o que ele poderia estar pensando. Apesar, dele nem imaginar nossa vida liberal, ele estava admirando minha gostosa esposa, possivelmente, imaginando como seria comer ela, de quatro, com aquela bunda gostosa.

Quase meia-noite, fomos nos arrumar para dormir. A casa que moravamos, não era grande. E tivemos que alojar Paulo no sofá da sala. Como a noite estava muito quente, deixamos a porta de nosso quarto aberta, com o o ar ligada, para amenizar um pouco a temperatura da sala. Camila, fez um gesto de protesto, pois queria a porta fechada, seria estranho, deixar a porta aberta, com nosso amigo na sala. Já dentro do quarto, passei a mão na bunda dela, dizendo que ele poderia querer dar uma olhadinha nela, durante a noite. Ela não me respondeu, e foi deitar. Tirou o shorts, e colocou só uma camiseta, ficando com uma pequena calcinha, que deixava quase toda a bunda de fora.

Logo depois que deitamos, fiz uns carinhos nela, que me afastou: "a porta tá aberta !"

Dei um tempo, tentei dormir, mas o tesão não deixava. Minha cabeça, a mil, cheia de maldade. Camila, parecia já estar cochilando. Sai do quarto, e fui ao banheiro. Pensei em bater uma punheta, para me aliviar. Mas, ao passar na sala, vi que Paulo ainda estava acordado. Fui na cozinha, tomei uma água, e um pouco de coragem... Ao voltar para o quarto, fiz um sinal para ele, para que me seguisse, em silêncio. Ele entrou no quarto e apontei um canto, oposto a porta, para ele ficar. Fechei a porta e me deitei.

Camila, estava de bruços. com a bunda totalmente descoberta. Apesar da penumbra, dava para ver a calcinha enfiada no rego. Comecei a passar a mão nela. Ele gemeu, quando acariciei a bunda dela. Minha mão foi descendo, por entre as pernas e toquei a bucetinha dela. Lentamente, ela foi abrindo as pernas, permitindo que eu a tocasse. Meus dedos, acariciavam a buceta dela, e eu podia sentir o calor, e o quanto estava ficando molhadinha. Ela empinou a bunda, deu um gemido e colocando a mão por baixo do corpo dela, ela afastou a calcinha, para que eu pudesse ter livre acesso a sua buceta.

Enfiei um dedo, e fiquei mexendo. Ela rebolava, lentamente, sentindo meu dedo dentro dela. A buceta, escorria de tesão, e ela gemia baixinho. Ela gozou, num gemido baixo, e com a mão, procurou minha pica, e percebeu que eu já estava sem roupa alguma.
- Fechou a porta ? - ele me perguntou, e olhou para a porta, conferindo.
Me deitei, e ela veio por cima. Sentou na minha pica e a buceta engoliu ela, totalmente.
E ela começou a me cavalgar, fazendo minha pica entrar e sair daquela buceta quente. Deixei ela ditar o ritmo, e aproveitar ao máximo.

Do outro lado do quarto, sem que Camila percebesse, Paulo assistia tudo. Olhos arregalados, e ambas as mãos sobre a pica, certamente para esconder a pica, que devia estar dura.

Puxei Camila para cima de mim. Segurei a bunda dela, e comecei a foder a buceta dela, enquanto a beijava. Fiz um sinal, para Paulo, para que ele se aproximasse. Ele veio, e tocou na bunda de Camila. Em toda aquela loucura, ela não percebeu que mais alguém a tocava.

Paulo foi passando a mão na bunda dela, a qual eu abri um pouco, para expor o delicioso e apertado cuzinho, de minha esposa que, a esta altura, estava bem lambuzadinho. Não resistindo, ele foi enfiando um dedo. Camila gemeu, adorando a carícia. Neste momento, apertei os seios dela, um em cada mão. Só então, ela percebeu que havia algo errado.

Colocando as mãos em meu peito, ela se ajeitou e pode olhar para trás, e então viu que Paulo estava conosco no quarto, sendo que um dedo dele, estava todo dentro de seu cuzinho !

- O que é isto ? - ela exclamou
- Relaxa amor... Vamos brincar... O Paulo é de confiança...

Inicialmente, ela não curtiu muito, e achei que ela ia sair do quarto e daria a maior briga.
Foi então que Paulo, baixou o calção, e mostrou para ela a pica, dura como pedra.
- Olha só como ele está... Ficou assim, por você... - disse ele, oferecendo a pica, para ela pegar.

Era uma pica de uns 18cm, cheia de veias, e pulsava de tesão. Me estiquei, e acendi a luz, para que ela pudesse ver melhor. Ainda em cima de mim, ela pegou a pica de Paulo, e ficou mexendo nela, batendo uma punheta, bem lenta.

Voltei a segurar ela, pela bunda, e comecei a meter, de novo, sacudindo o corpo dela. Paulo, de pé sobre a cama, ficou ao lado dela, a pica, próxima ao rosto de Camila, que olhou para mim e para ele e, como se não tivesse mais nada a fazer, foi engolindo até a metade.

Paulo gemia, sentindo a boca quente, e a lingua habilidosa, dando um trato em sua pica. Eu apertava a bunda de Camila, apertava os seios dela, vendo ela chupar, com muita vontade, a pica do meu amigo.

Ele perguntou se podia meter no rabinho dela, se podiamos fazer uma dupla penetração. Camila, pensou um pouco, como se analisasse se aquele pica não faria um estrago no cu dela. Mas aceitou..

Abri a gaveta do criado mudo, ao lado da cama, e passei uma camisinha e gel, para meu amigo. Ele se posicionou atrás de Camila. Passou o gel no cu dela, e ficou enfiando um dedo, para abrir o caminho. Colocando mais um pouco de gel, na própria pica, ele foi forçando, até que as preguinhas começaram a se abrir, e a cabeça foi entrando.

Camila, de olhos fechados, começava a gemer. Quando sentiu Paulo, encostando o pubis em sua bunda, sabia que estava totalmente dentro dela. Ela desabou sobre mim e gozou.

Ele começou a bombar. Eu sentia o volume da pica dele, a cada vez que ele enterrava tudo, no cu de Camila. Ela foi relaxando, e a pica ia cada vez mais rápido. Camila gemia, e dava gritinhos, cada vez que ele chegava ao fundo. Pedia para ir mais rápido. A minha pica, também se movia, para dentro e para fora dela.

Quando eu e ele acertamos o ritmo, ela foi a loucura. Quanto minha pica estava toda dentro, e dele começava a entrar, então, eu tirava quase toda a minha pica, e isto ia se alternando, e os gemidos e gritos de Camila aumentavam. Ela deve ter gozado, várias vezes, até que eu e Paulo, não aguentamos mais. Ele socou fundo, no cu de Camila e, segurando ela com força, pela cintura, gozou. Ela gritava, sentindo o pau dele, latejando dentro dela, e jorrando leite.
Gozei também, enchendo a buceta dela, com meu leite. E depois caimos os três, na cama, extasiados.

Foi uma noite louca, pena que nunca mais a repetimos, por que Paulo voltou para a sua cidade, no dia seguinte, e nunca mais veio nos visitar.
Tags

Postar um comentário

0 Comentários
* Por favor, não spam aqui. Todos os comentários são revisados ​​pelo administrador.